Archive for the ‘dama rosas homenagem’ Category

  • Dama das Rosas

    Date: 2010.03.25 | Category: amizade, dama rosas homenagem, vida interior | Response: 0

    sete anos

    Minha Quaresma não estaria completa sem isto…

    Sempre rezando por sua alma e pela felicidade de seu filho, querida Dama.  Que seu descanso eterno seja sempre em verdes campos repletos de doces cascatas.

    Manda um beijo de Páscoa para meus pais…

  • Dama das Rosas, seis anos

    Date: 2009.03.26 | Category: amizade, dama rosas homenagem, vida interior | Response: 2

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  • Pendências de Março II

    Date: 2008.06.23 | Category: amizade, dama rosas homenagem | Response: 0

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    Agora e sempre, minhas preces e minha amizade.

  • Date: 2007.03.24 | Category: dama rosas homenagem | Response: 0

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  • Date: 2006.03.24 | Category: dama rosas homenagem | Response: 0

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    Às vezes, é preciso acreditar EXATAMENTE nisso

    “Somewhere Over the Rainbow”
    music by Harold Arlen and lyrics by E.Y. Harburg

    Somewhere over the rainbow
    Way up high,
    There’s a land that I heard of
    Once in a lullaby.

    Somewhere over the rainbow
    Skies are blue,
    And the dreams that you dare to dream
    Really do come true.

    Someday I’ll wish upon a star
    And wake up where the clouds are far
    Behind me.
    Where troubles melt like lemon drops
    Away above the chimney tops
    That’s where you’ll find me.

    Somewhere over the rainbow
    Bluebirds fly.
    Birds fly over the rainbow.
    Why then, oh why can’t I?

    If happy little bluebirds fly
    Beyond the rainbow
    Why, oh why can’t I?

  • Date: 2006.03.23 | Category: dama rosas homenagem | Response: 0

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  • Date: 2005.03.24 | Category: dama rosas homenagem | Response: 0

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    Dama das Rosas – 2 Anos – Um pensamento, uma oração

  • Date: 2004.03.24 | Category: dama rosas homenagem | Response: 0

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    Que dizer?

    Querido amigo, que poderia eu dizer? qualquer coisa seria pouco, qualquer coisa seria demais. Sinto sua dor e sua saudade.

    Um beijo carinhoso…

  • Date: 2003.03.25 | Category: dama rosas homenagem | Response: 0

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    PARA NINAR DOROTHY

    – Tia Borboleta, não consigo dormir…

    – Deita, menina bonita, deita que a tia vai contar uma história para chamar teu sono…

    Era uma vez uma linda menininha, loira e linda como tu. Ela era uma princesinha, vivia feliz com seu papai e sua mamãe, bem como tu. Cresceu e virou uma linda mulher, cheirosa e bela, tal qual uma rosa. Ela era suave, graciosa e calma como aquelas pequenas fontes de jardim japonês. Quem chegava perto dela imediatamente se sentia — por comparação — barulhento, desajeitado e deselegante demais. Um dia, um garboso cavalheiro a pediu em casamento, e ela aceitou. Casaram, e depois de um certo tempo tiveram um menininho lindo e dourado como a mãe. O conto de fadas parecia estar chegando naquela fase do “felizes para sempre”.

    Sabemos, eu e tu, minha menininha, que é justamente aí que aparece alguma fada má. E apareceu mesmo. A Fada do Silêncio e do Desencontro lançou um terrível feitiço sobre o menininho, e ele sempre via a mãezinha dele distorcida. O que as pessoas viam como elegância e suavidade, ele via como frieza. O que a mãe pretendia que fosse uma criação que o tornasse forte e independente, ele via como desinteresse e rejeição. Tudo obra daquela fada má. E assim passou o tempo, e o menino virou um belo homem, mas muito triste.

    Acontece que este menininho era um herói, minha menina, e destinado a ser exemplo para muitos. Os anjos do céu não estavam nada felizes com a tristeza dele, e viviam a pedir a Nosso Senhor que fizesse algo para quebrar o feitiço. O Mestre sorria e dizia: “Ainda não, ele precisa ficar mais forte.” Toda a vez era assim, à medida em que o tempo passava e o nosso menino dourado passava por aventuras cada dia mais tristes. Os anjinhos perguntavam, “Senhor?…” e Jesus respondia “Ainda não.”

    Depois de muito tempo, quando o menino já tinha atingido sua maturidade, e sua mãezinha era ainda elegante e suave, mas agora uma senhora de certa idade, Jesus finalmente declarou: “Agora o coração e a alma dele estão grandes o suficiente. Agora ele pode aprender a lição de suavidade e serenidade com sua mãe, e vencer sozinho este feitiço. Que assim seja.”

    E záz! De um dia para o outro, a mãezinha do nosso menino dourado ficou doente. Frágil como um cristal, gelada e fraquinha, mas ainda suave e elegante, serena e forte como sempre fora. E as lentes que distorciam a visão do nosso herói caíram de seus olhos, e eis que ele viu a mãe pela primeira vez como ela verdadeiramente era. Ninguém pode imaginar o espanto do nosso menino dourado, e a explosão de amor que tomou conta de seu coração. Que mãe linda ele tinha! Ele nem sabia! Que surpresa…

    Mas a mãezinha continuava muito doente, e parecia melhorar apenas para piorar um pouquinho mais. E o coração do nosso menino foi ficando do tamanho de uma ervilha, doído, porque ele tinha medo de perder o que havia acabado de conquistar. E a cada momento, o carinho e o entendimento com sua mãezinha ficava maior, e maior também ficava o medo. O medo, este é o dragão que nosso herói teve de enfrentar em nossa história.

    – Tia Borboleta, medo de que?

    – Medo da perda, minha criança.

    Medo de que sua mãezinha dormisse e nunca mais acordasse e ficasse distante dele, ele que a tinha perto de verdade pela primeira vez. Isto porque ele não conhecia o segredo que estava por aprender, que a morte não nos afasta daqueles que amamos, ao contrário, nos tira os amados de nossa frente e os coloca DENTRO de nós. Onde ninguém pode separá-los de nós. A mãezinha dele já conhecia o segredo e vivia tentando tranquilizá-lo, mas com todo herói, pequena, ele não conseguia aprender pela experiência alheia. Para saber, ele tinha de experimentar. E Jesus novamente disse: Assim seja.

    E a mãezinha dele foi para o hospital, e lentamente, durante quase um mês, ela foi ficando no físico cada dia mais distante, e no espírito cada dia mais próxima. Nosso menino dourado foi vencendo seu dragão. Até que, num dia abençoado, nosso herói finalmente venceu, e sua mãe ficou morando para sempre em seu coração, segura e feliz. E assim viveram para sempre.

    – Gostaste da história?

    – Gostei sim, tia Borboleta. Mas eu tenho uma pergunta…

    – Fala, criança…

    – A menina desta história, que virou a mãezinha…

    – Que tem ela?

    – A menina sou eu?

    – A menina foi tu, querida. Agora tu és um anjo. Agora deita em tua cama de flores e dorme.

    – Boa noite, Tia Borboleta.

    – Boa noite, Anjinho do Céu.

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