Archive for dezembro, 2002

  • Date: 2002.12.23 | Category: Uncategorized | Response: 0

    Feliz Natal

    Estamos chegando pertinho do Natal… e a maioria das pessoas não se lembra sequer o que isto significa. Um belo dia, Deus Nosso Pai decidiu que já estávamos há muito tempo batendo cabeça, procurando cegamente o caminho de volta pra Ele. Num gesto de puro amor, enviou seu Filho Unigênito à terra dos homens, para como uma tocha nos dar Luz, para pavimentar com seu sangue o caminho de volta ao Pai. No Natal, celebramos o dia Feliz/Triste, quando Nosso Senhor se faz Homem por nós. É o Nascimento com a promessa da Cruz. Na Páscoa, celebramos o dia Triste/Feliz em que Nosso Senhor morre e vence a morte por nós. É a morte com a promessa de Vida Eterna.

    Este drama da Salvação se repete todos os anos no calendário litúrgico, mas nunca lembramos que Jesus, que não tinha absolutamente que passar por isto, livremente escolheu toda fragilidade humana, todo o sofrimento, e nos levou junto com Ele para a glória. Não, Páscoa agora é data de se empanturar de chocolate, e Natal de rabanada e panetone. E quem por acaso não tem dinheiro para a mesa farta e os brilhantes pacotes, sente-se lesado e apartado da celebração. Nada podia ser mais longe da verdade que isto.

    Pois se o Nascimento que mudou o mundo foi anunciado primeiramente aos mais humildes, aos pastores no campo! Não, toda esta coisa de troca de presentes, de perú, de panetone, de rabanada, de comilança e de festa, tudo isto esconde a Verdade ao invés de anunciá-la. Cristo nasceu para TODOS nós, para que pudéssemos enxergar com mais clareza o Pai, para que o Menino nos levasse de volta para o nosso lar, que abandonamos há tanto tempo pela arrogância e desobediência…

    A festa maior devia ser mesmo no campo, no meio dos mais simples, dos que sabem que a coisa do Papai Noel é apenas um papel colorido que recobre o verdadeiro presente. Eu sou carioca, mas filha de gaúcho, e faz muito tempo que percebi que havia uma pureza, uma honestidade, uma REALIDADE maior no povo de lá… É um povo muito simples, muito religioso, muito patriota, muito BELO. Eles sabem celebrar e desejar uns aos outros um Natal Santo, e vou utilizar um poema de lá para desejar a todos que acessarem este meu blog, amigos, inimigos, leitores habituais e acidentais um Natal com tudo o que mais importa.

    Menino Jesus, abençoa a todos que aqui entrarem, é em Teu nome que eu peço, Amém.

    Natal Galponeiro

    Jayme Caetano Braun / Lucio Yanel

    A cuia de chimarrão

    É o cálice do ritual

    E o galpão é a catedral maior

    Da terra pampeana

    Que de luzes se engalana

    Para esperar o Natal

    A cuia aquece na palma da mão

    Da indiada campeira

    Dentro da sua maneira,

    Rezando e chairando a alma

    Pra recuperar a calma

    Que fugiu do mundo inteiro

    Enquanto o estrelão viajeiro

    Já vem rasgando o caminho

    Para anunciar o Piazinho

    A Virgem e o Carpinteiro

    Em nome do Pai,

    Do Filho e do Espírito Santo

    É o chimarrão que levanto,

    E o vento faz estribilho

    A prece do andarilho,

    Ao Piazito Salvador

    Filho de Nosso Senhor,

    Do Espírito e do Pai

    De volta à terra

    Aonde vai falar de novo em amor

    Tem sido assim dois mil anos

    Ninguém sabe, mais ou menos

    Vem conviver com os pequenos,

    De todos os meridianos

    E repetir aos humanos,

    As preces do bem-querer

    Quem sabe até pode ser,

    Que um dia seja atendido

    E o mundo velho perdido,

    Encontre paz pra viver

    Ele sabe da apertura em que vive o pobrerio

    A fome, a miséria,

    O frio porque passa a criatura

    Mas que inda restam ternura,

    Amizade e esperança

    E que pode a cada andança,

    Mesmo nos ranchos sem pão

    Aliviar o coração

    Num sorriso de criança

    Pra mim, que ouvi nas missões,

    Causos de campo e rodeio

    Do negro do pastoreio

    Cruzando pelos rincões

    Das lendas e assombrações

    E cobras queimando luz

    Foste, Menino Jesus

    O meu sinuelo de fé

    Juntando ao índio Sepé

    O Nazareno da cruz

    E a Santa Virgem Maria

    Madrinha dos que não têm

    Fez parte sempre também

    Da minha filosofia

    Eu, que fiz de sacristia

    Os ranchos de chão batido

    E que hoje, encanecido

    Sou sempre o mesmo guri

    A bem dizer por aí o pago onde fui parido

    E o Nazareno que vem

    Das bandas de Nazaré

    Chasque divino da fé

    Rastreando a luz de Belém

    Ele vai morrer também

    Para cumprir as profecias

    É Natal

    Nasce o Messias

    Salve o Menino Jesus

    Mas os que fogem da luz

    O matam todos os dias

    Presentes papais noéis

    Um ano esperando um dia

    Quando a grande maioria

    Sofre destinos cruéis

    O amor pesado a mil-réis

    E mortos-vivos que andam

    Instituições que desandam

    Porque esqueceram Jesus

    O que precisa é mais luz

    No coração dos que mandam

    Que os anjos digam Amém

    Para completar a prece

    Do gaúcho que conhece

    As manhas que o tigre tem!

    Não jogo nenhum vintém

    Mesmo sendo carpeteiro

    Mas rezo um tedéum campeiro

    Nesta catedral selvagem

    Pra que faça boa viagem

    O Enteado do Carpinteiro!

  • Date: 2002.12.14 | Category: Uncategorized | Response: 0

    Amor aos Mortos

    O dia 14 de dezembro é um dia complicado para mim. É o dia que eu estaria comemorando com minha mãe, se ela estivesse viva, o seu aniversário. Então peço licença a todos os vivos para falar agora com meus mortos, especialmente a linda aniversariante:

    Mãe, você é hoje ainda mais próxima de mim do que quando era viva, porque hoje você é uma mãe que não reclama da bagunça, que não fica falando para eu rir mais baixo, que não fica esperando acordada eu chegar da rua de madrugada. Hoje você é uma Mãe Amor Absoluto, uma Mãe Sorriso, uma Mãe Colo. Hoje você é parte indissolúvel de mim, aquela mãe que eu carrego no meu coração e que fica sussurrando baixinho no meu ouvido “vai, filha, por nós duas…” Hoje você é parte da estrutura que me mantém de pé, parte da minha força, parte da minha capacidade de amar. Feliz aniversário, mãe. Nem precisa falar que não poder abraçar você dói como ferro em brasa… São 17 anos sem seu abraço, mãe, mas cada dia mais eu sinto você aqui, dentro do meu coração. Não posso comprar um presente para enfeitar você, minha mãe, mas sua alma é tão bela que nada poderia enfeitá-la mais… Um beijo, uma oração, um pensamento amoroso, todos os dias, todos os dias, todos os dias…

    Eu acho que as pessoas evitam de falar nos seus mortos, têm medo deles, e acham muito esquisito eu falar dos meus com tranquilidade. Tenho apenas UM amigo que entende. Porque ele, como eu, tem seu amor dividido entre este mundo e o outro, às vezes desequilibradamente mais lá que aqui. A presença destes mortos amados é interna, preciosa, eles nos tocam de mansinho, nos abençôam, nos protegem. Eles nos aceitam e entendem, não discutem conosco, porque enxergam a parte de nós que os vivos não vêem, e é a parte mais bonita. Eles lêem nossos corações, escutam nossa mente, nos amam sem a cobrança irremediável dos vivos. Sei que este amigo entende e compartilha, com os seus mortos, desta carinhosa convivência com os amados que partiram. É ao mesmo tempo muito triste e muito sereno amar um morto. Isso quando sabemos que eles não estão aqui, mas estão logo ali, e estamos caminhando em direção a eles.

    Hoje foi então dia de festa na casa de meus ancestrais, porque foi o dia, muitos anos atrás, que uma linda menina de olhos verdes como os meus veio a este mundo para crescer, encantar a muitos, amar a apenas um, ter os filhos dele, inclusive eu. Este é um dia para ser comemorado sempre, apesar de minha mãe agora comemorar o seu aniversário em um outro dia… Ela nasceu para a vida eterna no dia 14 (também) de maio de 1986, e espero que esteja desabrochando lá como desabrochou aqui, a mais linda rosa de nossa família.

    Como um último presente, parte da letra de uma lindíssima música do sagrado Coração da Terra, que é quase exatamente o que sinto em relação à minha mãe… uma homenagem aos meus amados mortos, e um carinho nos meus amados vivos, em especial naquele amigo que sabe bem do que estou falando. Este post também é para você, meu amigo querido.

    CORPO VELEIRO

    O tempo apaga tão bem as memórias

    Quase não me lembro mais

    Da tarde em que deixei a tua mão

    Como o navio deixa o porto bom

    E os ventos da sorte

    Levaram a branca vela dos meus sonhos

    E se perderam nas brumas do tempo

    Sigo teu rastro nas águas

    Pelo resto da vida

    A noite no corpo

    Mas na brisa teu nome

    Mente que viaja

    No veleiro do corpo

    Buscando entre os sonhos

    E ilusões, teu porto

    Guia o meu sentido

    Estrela cintilante

    Oh Mãe das grandes águas

    Dormindo mansamente

    No fundo dos meus olhos

    No fim do meu caminho

    Te esperarei sorrindo

    Veleiro de luz eu te encontrarei

  • Date: 2002.12.12 | Category: Uncategorized | Response: 0

    Eu pensei em colocar este símbolo na coluna esquerda, embaixo dos links dos sites das pessoas que admiro. Simplesmente não funciona. Esta aqui é uma campanha de saúde pública, que fala de uma pessoa muito aquém das que estão listadas debaixo do logo da borboleta, e não merece estar ali. Esta campanha é só para lembrar que censura, egocentrismo e alpinismo social existem até na Internet, que sempre foi e sempre será uma miniatura (esquecemos sempre disto, mas é verdade) do mundo real.

    Repúdio intenso à figura desta pessoa e tudo o que ela representa. Sempre.

  • Date: 2002.12.10 | Category: Uncategorized | Response: 0

    Dez de Dez.

    ou

    A Morte da Figueira

    ou ainda

    O Ano Novo de Paulo Polzonoff

    Este texto tem muitos títulos. Pensando rapidamente, surgiram estes três. Ao longo do tempo, tenho certeza de que me ocorrerão outros, e a cada leitor outros mais. É um texto sobre fins e inícios. Sobre vida, morte e a possibilidade de renascimento.

    Hoje é dia 10 de dezembro de 2002. Durante a manhã, uma figueira centenária logo atrás do meu prédio caiu, talvez devido às chuvas que não param de cair, talvez por cansaço de viver, talvez por pura maldade (nunca fui muito com a cara daquela árvore, ela sempre me pareceu sombria e malvada). À tarde, meu amigo Paulo Polzonoff (http://polzonoff.blogspot.com) foi enfrentar em juízo uma ex-namorada, que o processava.

    Durante este dia, sem energia elétrica — porque a tal figueira fez questão de morrer espetacularmente, derrubando três postes e deixando a vizinhança sem luz por doze horas –, o jeito foi comprar umas pilhas, escrever e escutar música no discman. Num dia de chuva, com uma árvore tão antiga a sangrar seiva, lentamente picotada pelas serras, só havia uma coisa a fazer: escutar Pink Floyd.

    Algumas pessoas nem ligam, mas é duro para mim ver uma árvore morrer. Mesmo aquela figueira, que parecia saída de um pântano de filme de terror, cheia de longas barbas. Mas ela tinha seus predicados, protegia a janela do meu quarto dos raios mais fortes do sol da manhã, abrigava muito da passarinhada da região e era o local onde um casal de falcões peregrinos tinha seus filhotes todos os verões. Com certeza, muitos animais vão ficar sem abrigo. A própria paisagem da janela do meu quarto foi drasticamente alterada pela ausência desta árvore. Neste aspecto, acho que ganhei mais céu… Mesmo assim, tem sido, ao longo da tarde, bastante deprimente escutar o barulho da figueira sendo recortada pelas serras elétricas, barulhentas e impiedosas, aguardando notícias do meu amigo Paulo.

    Paulo, querido, que alívio que tudo correu bem! E que perseguição implacável estas mulheres loucas fazem a você! Eu ainda não entendo como alguém que compartilhou da sua intimidade possa ter o desplante (com trocadilho, sem trocadilho, como ele mesmo diz; pobre figueira!), como dizia, o desplante de levar você aos tribunais. E ainda por cima por um motivo que é mais que fútil, é maldoso: ela, como sua antiga psicóloga e ex-namorada, acusá-lo de ameaça de morte por causa do conteúdo de um conto seu, escrito logo após o fim de seu relacionamento!!

    Ah, meu amigo, vivemos em uma época rude, cheia de analfabetos funcionais, que acham que sabem ler só porque a tia Maricotinha lá do grupo escolar (primário, ensino básico, ensino fundamental, como queira) disse em algum lugar do passado que mais á é . Sim, mais á é , mas este pode ser tanta coisa! Certamente que o seu não é a agressão que esta mulher diz que é, a mim parece apenas uma balada triste sobre o final trágico de um amor, que se quedava sangrando em seus braços. Mas esta senhora sabe disto, não sabe? Você sabe que o que estava morrendo ali era o SENTIMENTO, não sabe, ó discípula da Tia Maricotinha?

    Porque a realidade é que as coisas MORREM mesmo, quando chega a sua hora, desde amores em botão até figueiras centenárias, e é assim mesmo que tem de ser. Tudo o que vive mais que deveria — e isto às vezes acontece — se transforma em fonte de aborrecimento e desgosto. Quando as coisas acabam na hora certa, deixam atrás de si um sentimento agridoce, uma tristezazinha gostosa, que de vez em quando vale a pena recordar. Pensando por este lado, acho que a figueira foi então na hora certa, pois já sinto um pouco de nostalgia quando olho o vazio deixado por ela. Já sinto saudades, mesmo daquela árvore mau-humorada.

    Já a ex do Paulo alongou artificial e grosseiramente o final de um amor, tornando o seu enterro um longo e macabro velório que — muito felizmente para a paz de espírito do meu amigo — acabou hoje no tribunal. Esta morte, tenho certeza, está sendo comemorada não só em Curitiba, mas em toda parte onde haja amigos do Paulo. E amanhã, após a tradicional pá de cal, vamos todos relegá-la ao mais profundo esquecimento, que é mais do que ela merece!

    Falando com Paulo, hoje mais cedo, ouvi um aliviado: “vou sair e comemorar o Ano Novo, porque meu ano acabou hoje!” Sim, querido, agora que a Morte finalmente chegou, é hora de renascimento! Vá curtir o seu ano novo, que você merece um novo ano cheio de amigos novos (Mentecaptos, ho!, hehehehe) e de um amor tranquilo, que dê bons frutos.

    Eu vou ficar aqui, na janela, lembrando dos piadinhos dos jovens falcões dentro da copa cerrada da figueira, olhando o céu geralmente azul do rio, agora tão nublado, e vendo minha amiga mangueira ficar dia-a-dia mais frondosa, agora que não precisa mais disputar a luz do sol. É, a vida é assim…

  • Date: 2002.12.09 | Category: Uncategorized | Response: 0

    Escritores

    Quem gosta de escrever como eu gosto tem verdadeira admiração por escritores bons. Não necessariamente famosos, veja bem! Bons. Pessoas que, com seus textos, conseguem nos arrepiar, nos irritar, nos alegrar. O texto parece uma coisa viva, que desenrola bem diante de nossos olhos um movimento, uma cor, uma intensidade. Conheço algumas pessoas que escrevem assim. Uma delas já foi homenageada neste blog há algum tempo, meu queridíssimo Dennis. Dennis criou em seu Caderno Mágico um mundo deveras particular, e aqueles que têm o passaporte viajam para lá sempre que podem. Mas existe um outro, que é preciso homenagear, um amigo que tem o dom de futucar lá dentro de mim e trazer à tona sentimentos que eu nem suspeitava que existiam: Alexandre Soares Silva.

    Alexandre é um caso perdido nestes tempos modernos: na realidade ele é um cavalheiro inglês do século XIX (sim, XIX, algarismos para o Alexandre, só os romanos!). Sempre acompanhado de sua bengala — que esconde uma espada afiada que ele maneja muitíssimo bem –, das suas polainas e de seu monóculo, Alexandre observa este mundo moderno com o riso mal-contido de quem SABE que é tudo muito ridículo.

    Sempre lânguido, em uma pose indolente, reclinado em sua poltrona e rodando a bengala com os dedos, evitando o mais possível enredilhar-se na velocidade do homem de hoje, Alexandre parece dormitar, quando nos fita com seus olhos entrefechados. Mas não caiam no erro de pensar que ele tem reações lerdas. Em um piscar de olhos, a capa de madeira da bengala cai ao chão, a espada afiada está encostada no seu peito bem na altura do coração, e Alexandre boceja e pergunta: “Surrender?” Os que são tolos o suficiente para não fazê-lo são sumariamente cortados em fatias e alimentados às suas carpas (sim, ele tem uma criação de carpas em seu castelo escocês).

    Alexandre trouxe para este nosso tempo sem elegância um toque de cavalheirismo e coragem que não existem mais. Nas suas campanhas no exército de Sua Majestade contra os Zulus, ele se destacou a ponto de ser promovido a general por bravura no campo de batalha. Sim, ninguém diria isto olhando para o ainda jovem senhor a ler Oscar Wilde em sua poltrona, com seu Cocker Spaniel a seus pés e uma bandeja com chá e bolinhos a seu lado. Ele é um general com larga experiência de guerra, grande espadachim (já falei isso, mas é sempre bom repetir; tem gente que não acredita), com o olhar e a língua tão afiados quanto sua espada.

    Finalmente meu General teve a bondade de nos brindar com um pouco mais de seu tempo e de sua verve, montando o blog http://alexandresoaressilva.blogspot.com, que é como uma bebida bem refrescante e gelada depois de uma partida de tênis. É realmente um prazer e um encantamento ficar esperando as surpresas que este Sir tem reservadas para nós. Dá vontade de me abanar com um leque de plumas, comprar anquinhas e jogar pequeninos lenços de renda ao chão. I’ll say! My Goodness! Bravo, General!

  • Date: 2002.12.07 | Category: Uncategorized | Response: 0

    Desculpem a demora de postar coisas novas, meus leitores queridos e demais curiosos. Além de não estar muito bem das pernas (na realidade, da coluna) e de estar em época de final de ano letivo, o que por si só já enlouquece qualquer cristão, tenho estado às voltas com a ira do deus Hagatemol, que rege o transito na net.

    Aqueles que não estão conseguindo acessar o Outonos, tentem um proxy server. Veja esta lista:

    http://www.anonymizer.com/

    http://proxy.guardster.com/

    http://www.proxyspinner.de/

    Se não funcionar, tentem fazer uma oferenda de disquetes na encruzilhada! ;o)

    O deus Hagatemol anda MUITO zangado!

    Beijos a todos, já volto com a carga máxima!

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