Archive for dezembro, 2004

  • Posts de Natal

    Date: 2004.12.24 | Category: espírito | Response: 0

    Post de Natal 1

     

    “Naqueles dias, apareceu um edito de César Augusto, ordenando o recenseamento de todo o mundo habitado. Esse recenseamento foi o primeiro, enquanto Quirino era governador da Síria. E todos iam se alistar, cada um na própria cidade. Também José subiu da cidade de Nazaré, na Galiléia, para a Judéia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser da casa e da família de Davi, para se inscrever com Maria, desposada com ele, que estava grávida. Enquanto lá estavam, completaram-se os dias para o parto, e ela deu à luz seu filho primogênito, envolveu-o com faixas e reclinou-o numa manjedoura, porque não havia um lugar para ele na sala.

    Na mesma região havia uns pastores que estavam nos campos e que durante as vigílias da noite montavam guarda a seu rebanho. O Anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor envolveu-os de luz; e ficaram tomados de grande temor. O anjo, porém, disse-lhes: ‘Não temais! Eis que vos anuncio uma grande alegria, que será para todo o povo: Nasceu-vos hoje um Salvador, que é o Cristo-Senhor, na cidade de Davi. Isto vos servirá de sinal: encontrareis um recém-nascido envolto em faixas deitado numa manjedoura’, e de repente se juntou ao anjo uma multidão do exército celeste a louvar a Deus, dizendo:

    ‘Glória a Deus no mais alto dos céus,
    e paz na terra aos homens que Ele ama!
    ’”(Lucas 2, 1-14)

     

    Post de Natal 2

     

    Natal é a época de lembrar quem a gente ama. Melhor que isso, é lembrar que a gente AMA. Que é capaz, mesmo com tanta coisa contra, mesmo com tantos desencontros.

    Por saber que sou capaz, e feliz por me saber capaz, encaro 2005 com o coração leve. E ofereço esta canção de Natal àquele que é capaz, e não sabe.

    Amo muito você. Feliz Natal.

     

    Have Yourself A Merry Little Christmas

    Have yourself a merry little Christmas,
    Let your heart be light
    From now on,
    our troubles will be out of sight

    Have yourself a merry little Christmas,
    Make the Yule-tide gay,
    From now on,
    our troubles will be miles away.

    Here we are as in olden days,
    Happy golden days of yore.
    Faithful friends who are dear to us
    Gather near to us once more.

    Through the years
    We all will be together,
    If the Fates allow
    Hang a shining star upon the highest bough.
    And have yourself A merry little Christmas now.

  • O Contrário do que se Esperava

    Date: 2004.12.17 | Category: vida interior | Response: 0

    Uma amiga veio correndo contar: você viu? Não vi. O que foi? Vai lá.

    Ah, nada mais era que um Conto de Natal.

    O Espírito do Natal Passado apareceu, de monóculo e barriguinha saltando da camisa apertada. Com as falhas dos cabelos deixando o couro cabeludo muito branco aparecer, ele contava uma história de como às vezes confiamos em quem não devíamos. Com respingos de Nescau por toda a expansão abdominal, o ser ectoplásmico ria-se e fazia o monóculo saltar. Livrei-me deste com uns respingos de água benta.

    Apareceu-me, então, o Espírito do Natal Presente. Jovem, longos cabelos negros combinavam com os longos dedos de músico. Ao mover-se, o cheiro de 4711 perfumava o ambiente. Este me contou uma história de aventura, de como nós mesmos construímos nosso presente. Quando eu estava aconchegada em seus ombros largos, disse baixinho: lembre-se que estou aqui.

    Enquanto ainda sentia o odor de sua Colônia no ar, o Fantasma do Natal Futuro apareceu. Bem, apareceu não é bem o termo. Ele surgiu como o Gato aparece para Alice, primeiro apenas o sorriso, depois os olhos. Nunca chegou a aparecer totalmente, mas deixou o desafio no ar:

    “Catch me if you can!”

    E é em direção a este futuro que corro feliz e apressada. Porque quem vive de passado é museu, e as pessoas que têm medo de viver. Porque, ao contrário do que se esperava, o que vi não me feriu, me deu a certeza de que o mais certo que eu fiz na vida foi me livrar de um fantasma careca e barrigudo que tem como único mérito malabarismos divertidos.

    Besitos

  • Date: 2004.12.11 | Category: amor, pai, vida interior | Response: 0

    Quando se chega ao ponto de perceber que não se tem mais nada a não ser a si mesma, quando se vê que nada se possui, que não há seguranças, não há o certo e determinado, aí que percebemos que estamos caminhando sobre nossas próprias pernas, numa estrada que é só nossa, e que depende de nós onde vamos chegar.

    Eu escolhi a estrada da gentileza, da doçura, do carinho. Porque é agindo assim que eu me sinto melhor. Não vou aprender a me defender de quem amo, não vou aprender a agredir em autodefesa. Então – que fazer? – vou sofrer quando os que eu amo me agridem, vou sentir quando eles se fecham em autodefesa… porque por mais que eles não acreditem, não há o que temer de mim.

    Eu vou ser obrigada a carregar este coração até o fim de minha vida, e ao cabo dela vou depositá-lo aos pés do meu criador. Tomara que ele ache que seja um presente apropriado, porque mais nada tenho a oferecer.

    I got a name (Jim Croce)

    Like the pine trees lining the winding road
    I’ve got a name, I’ve got a name.
    Like the singing bird and the croaking toad
    I’ve got a name, I’ve got a name.
    And I carry it with me like my daddy did,
    But I’m living the dream that he kept hid
    Moving me down the highway,
    Rolling me down the highway
    Moving ahead so life won’t pass me by.

    Like the north wind whistling down the sky
    I’ve got a song, I’ve got a song.
    Like the whippoorwill and the baby’s cry
    I’ve got a song, I’ve got a song.
    And I carry it with me and I sing it loud
    If it gets me nowhere, I’ll go there proud
    Moving me down the highway,
    Rollin’ me down the highway,
    Moving ahead so life won’t pass me by.

    And I’m gonna go there free…

    Like the fool I am and I’ll always be
    I’ve got a dream, I’ve got a dream.
    They can change their minds but they can’t change me
    I’ve got a dream, I’ve got a dream.
    Oh, I know I could share it if you want me to,
    If you’re going my way, I’ll go with you
    Moving me down the highway,
    Rolling me down the highway,
    Moving ahead so life won’t pass me by.

    Eu tenho um nome

    Como os pinheiros enfileirados nas estradas
    Eu tenho um nome, eu tenho um nome.
    Como o pássaro que canta e o sapo que coaxa,
    Eu tenho um nome, eu tenho um nome.
    E o carrego comigo como fazia meu pai,
    Mas vivo o sonho que ele mantinha encoberto
    Movendo a mim mesma pela estrada,
    Rolando comigo pela estrada
    Levando-me à frente para que a vida não me deixe para trás.

    Como o vento Norte que desce sibilando do céu
    Eu tenho uma canção, eu tenho uma canção.
    Como o pássaro noturno e o choro do bebê
    Eu tenho uma canção, eu tenho uma canção.
    E eu a trago comigo e a canto alto
    Se me levar ao nada, irei para lá com orgulho
    Movendo a mim mesma pela estrada,
    Rolando comigo pela estrada
    Levando-me à frente para que a vida não me deixe para trás.

    E vou até lá livre…

    Como a tola que sou e sempre serei
    Eu tenho um sonho, eu tenho um sonho.
    Eles podem mudar de idéia, mas não podem mudar a mim:
    Eu tenho um sonho, eu tenho um sonho.
    Ah, eu sei que poderia compartilhá-lo se você quiser,
    Se você estiver caminhando na mesma direção, caminho contigo
    Movendo a mim mesma pela estrada,
    Rolando comigo pela estrada
    Levando-me à frente para que a vida não me deixe para trás.

  • Date: 2004.12.10 | Category: luta | Response: 0

    Lamento

    Para quê tudo isto, afinal de contas? De que adianta?

    Os amigos vão embora, os amores são imperfeitos, a felicidade é uma coisa fugidia, a idade chega, a cobrança das pessoas não cessa nunca, a vida é cheia de nãos, nuncas, não podes, impossíveis.

    Eu hoje sou uma pessoa absolutamente despossuída. Não tenho mais nada. Perdi minha mãe, perdi dois grandes amores, perdi amigos que me fazem muita falta, perdi minha juventude, estou perdendo a esperança. Nada, nada mais me resta.

    A não ser eu mesma e meus mortos.

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