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  • O Resumo da Ópera Trágica que Vivemos

    Date: 2016.03.25 | Category: luta, pai | Response: 0

    Lá em 1500, um certo fidalgo Pero Vaz de Caminha foi enviado, a mando do Rei de Portugal, com o navegador Pedro Alvares Cabral para averiguar se havia algo a ser explorado nestas plagas. Descobriu-se que sim, havia muito a ser explorado em riquezas naturais — minerais e vegetais. Assim se fez.

    Durante séculos praticamente só isso se fez, até que Dom João VI pegou sua família e amigos e para cá veio ligeiro, fugido de Napoleão. Chegando aqui, descobriu que nada havia sido urbanizado, não havia sequer um abrigo decente para sua nobre família. Então, no início do século dezenove, começou o desenvolvimento do Brasil em que hoje vivemos.

    Devagarinho, porque estas coisas são lentas, o povo brasileiro descobriu que tem amor pelos azulejos portugueses, pelas igrejas barrocas, pelas frutas tropicais, pelos ritmos africanos, pela comida nativa. Descobrimos que o tempo quente aquece nosso coração junto com nossas paixões, e esse calor acolhedor trouxe gente de toda parte para cá. Desde o próprio Portugal e da Espanha até o Líbano e Israel; Coréia, Itália e Japão, todos aqui recebem um sorriso de boas vindas.

    Infelizmente, os séculos de abandono se fizeram notar num descomprometimento da classe mais abastada (de origem portuguesa) que aqui morava, que preferia mandar seus filhos estudarem em Lisboa, Porto ou Paris que construir Universidades aqui. Nenhum amor pareciam ter pela terra que os abrigava, sempre suspirando pela Europa que deixaram para trás. Fizeram uma triste escola entre membros de todos os estratos da sociedade, que aprenderam que a coisa pública é “terra de ninguém” a ser usada e abusada de acordo com a vontade volátil do momento.

    Este governo — que agora tentamos tirar do poder legitimamente, com a mesma autoridade com que o colocamos lá — levou esta falta de amor por nossa terra, e a exploração de suas riquezas, a níveis quase lendários. Apropriou-se da coisa pública e do dinheiro de nossos impostos e do trabalho de nossos funcionários públicos como o mais ferrenho senhor de escravos.

    Só que a escravidão do povo brasileiro serve hoje não a um senhor de engenho, mas a uma organização chamada Foro de São Paulo, que tem como intenção declarada acabar com a soberania dos países da América Latina e formar um bloco socialista – à força, por meio de matança se preciso for, com o apoio de ladrões, traficantes e assassinos, como o habitual deste tipo de governo totalitarista — com um governo central, que chamam de La Patria Grande, sob o comando dos irmãos ditadores de Cuba.

    O POVO BRASILEIRO NÃO QUER ISTO. DE JEITO NENHUM, SOB NENHUM ASPECTO. Se for necessário, damos as nossas vidas, para que as futuras gerações sejam livres. É isto o que acontece aqui agora.

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